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13 de agosto de 2013

Estatísticas de nossa biblioteca.




A cada dia que passa cresce o número de empréstimo em nossa biblioteca. Uma amostra disso é que no período de 01 de março deste ano de 2013 a 19 de julho deste mesmo ano o número de empréstimo total em nossa biblioteca foi de 5.963 (cinco mil novecentos e sessenta e três livros).
Fico feliz em ver que nossos alunos estão frequentando cada vez mais a nossa biblioteca, e espero é claro que se tornem cada vez mais, grandes leitores, e ainda que a leitura se torne mais que um hábito em suas vidas, mas uma grande paixão para muito deles.
Entre os livros mais emprestados de nossa biblioteca de acordo como nosso sistema estão os seguintes livros:

Senhora / Alencar, José de
A cabana / Young, William P.
A charada do sol e da chuva / Galdino, Luiz
 




Ainda outros livros muito procurados e que tenho observado a grande receptividade por parte dos alunos e que talvez nem entrem nesta lista por haver mais de um exemplar o que talvez não seja computado pelo sistema são:

A marca de uma lágrima/ Pedro Bandeira
O estudante/Adelaide Carraro
Blog da Cacau:\\ Ninguém merece? Chantal Herskovic
Coisas que as garotas devem saber /Mauricio de Souza






Estas são boas dicas de leitura, se você ainda não leu, leia!

22 de julho de 2013

Arraial do Arlindo de Mello




Como sempre estou atrasada com minhas postagens. Mas enfim, não poderia deixar mais uma vez de falar deste importante momento de nossa escola.
Este ano o Arraial do Arlindo de Mello que aconteceu no dia 13 de julho, sábado, foi o maior sucesso! Além das delicias típicas que tradicionalmente são servidas, a quadra foi lindamente ornamentada. Parabéns a equipe da ornamentação!
Nossos alunos também mais uma vez se superaram, com suas apresentações de dança, e o famoso teatro tão bem preparado do casamento do Jeca. Teve também é claro a apresentação da tão esperada e ensaiada quadrilha.
Como sempre também houve a premiação do Rei e Rainha da pipoca.
Estava tudo de muito bom gosto, com a participação de todos os funcionários, a direção, equipe pedagógica e principalmente os alunos e familiares que puderam se divertir e aproveitar pra valer no nosso caloroso arraial, tão bem organizado com carinho por todos da escola para toda comunidade.
Quem foi, foi! Quem não foi perdeu! Esperamos todos para o próximo ano.

17 de julho de 2013

Leituras dramáticas pelos alunos do 6º ano.



Antes de encerrarmos o semestre consegui concluir com os alunos dos sextos anos as leituras, que de acordo com o nosso planejamento foram distribuídas entre eles para que preparassem e apresentassem dentro do contexto de uma Leitura dramática.
Foi necessário ainda esclarecer mais uma vez a eles que não seria um teatro, e que eles deveriam sim usar e abusar de gestos, alterações de voz, expressão facial e corporal. Enfim, que o aspecto mais importante seria a leitura em sua total expressão. Isto porque alguns alunos ainda não haviam entendido bem está colocação,  ou seja, a diferença entre "leitura dramática", teatro ou dramatização.
Uma vez que ficou claro para eles a diferença entre estas atividades, foi possível  prosseguir com a preparação e apresentação das leituras.
Nesta primeira experiência, alguns grupos tiveram dificuldades em se soltar e se limitaram à leitura. Houve, entretanto, alguns que foram criativos e  realizaram dentro de suas possibilidade ótimas apresentações.
Esperamos com as próximas experiências alcançar mais sucesso nesta atividade que só tem a enriquecer a leitura e o  aprendizado dos alunos em diversos sentidos.

5 de julho de 2013

Os personagens do Sitio do Pica-pau Amarelo feitos de material reciclável.




Foi também durante esta última semana que nos divertimos muito na biblioteca fazendo os personagens do sitio em material reciclável. Esta também foi mais uma fase de nosso projeto, só que desta vez a atividade foi direcionada aos alunos das turmas de primeiro e segundo ano.
Previamente solicitei as professoras que pedissem aos alunos para trazerem de casa  para este dia um rolo final do papel higiênico.
Após ler para os pequenos o episódio inicial do Livro "Memórias da Emília" e após alguns comentários sobre a história,  aproveitei para  mostrar a eles um modelo feito por mim dos bonecos do Saci, da Emília e do Visconde. Foi assim que sugeri a atividade a ser desenvolvida, e deixei que eles mesmos escolhessem um dos modelos para que cada um fizesse o seu próprio boneco. Eles adoraram a ideia. 
Para facilitar o trabalho dos pequenos, adiantei alguns detalhes. Recortei as partes em papel fantasia para que eles apenas fizessem a montagem, os olhinhos também escolhi os modelos de acordo com os bonecos e imprimi para que eles apenas recortassem. Expliquei para eles com detalhes sobre a montagem e colagem a ser feita de cada um dos modelos antes de iniciarmos a atividade. Deu trabalho mais valeu a pena.



Lendo e dramatizando.


  Nesta última semana que passou, demos andamento a mais uma fase de nosso projeto. Ainda trabalhando com os textos de Monteiro Lobato,  desta vez o texto escolhido foi retirado do livro "Caçadas de Pedrinho". A atividade foi direcionada aos alunos do terceiro, quarto e quintos anos.
Após a leitura feita por mim do episódio, "E era onça mesmo", distribui entre os alunos o texto que já havia sido previamente dividido em duas partes, para que  eles então fizessem uma leitura prévia dos mesmos e logo após improvisassem uma dramatização de uma das partes do texto. Os alunos foram divididos em grupos de três, de acordo com o número de personagens e narrador, conforme pedia o texto, e desta forma cada grupo por sua vez dramatizou uma parte do texto.  Providenciei também alguns figurinos improvisados, para que os alunos pudessem se caracterizar, coisa que  adoram, além de dar mais entusiasmo a eles para a interpretação.


18 de junho de 2013

Nosso projeto direcionado aos alunos do 6º ano.



Após concluída as atividades com os alunos do primeiro ao quinto ano das diversas turmas, foi dado prosseguimento ao nosso projeto, desta vez com atividades direcionadas aos alunos do sexto ano. A proposta de trabalho com estes alunos foi bem diferente.
Dentro de  um contexto lúdico procurei encontrar uma atividade que pudesse despertar o interesse e ao mesmo que trabalhar com mais afinco a prática da leitura. Assim a proposta que apresentei a eles foi a da leitura dramática. Embora com meus poucos conhecimentos sobre esta prática, uma vez que meu contato com leitura dramática foi apenas a que tive em um  pequeno Curso de contadores  de história que fiz pelo SESC, resolvi buscar  e pesquisar um pouco mais sobre o assunto na internet,  para ter condições de desenvolver esta nova experiência com os alunos de forma satisfatória. Em minha busca não encontrei muita ajuda, talvez por ser ainda um nova prática e ainda pouco aplicada em si tratando de leitura  na escola propriamente dita. Ainda assim decidi seguir em frente com minha proposta.
Do mesmo modo com estas turmas mantive também a ideia de trabalhar sobre nosso escritor Monteiro Lobato.  Contei também para eles portanto, sobre a  infância de Lobato e através do mesmo conto antes já trabalhado também com os pequenos,  a  fábula " O reformador do mundo", pude apresentar a eles de forma simples a minha proposta de leitura dramática que esperava que eles fizessem, dos textos que mais tarde foi distribuído a eles.
Para facilitar o trabalho e para que a turma se sentisse mais a vontade e menos tímida propus uma atividade em grupo.
Embora as fábulas também não sejam de todo os textos ideais para trabalhar a leitura dramática resolvi  começar com elas esta minha nova experiência.
Escolhi textos diferentes entre as fábulas de Lobato e deixei que cada aluno sorteasse um texto sem escolha, desta forma pude formar os grupos através dos textos que cada um pegou de forma aleatória.
Logo após os grupos fizeram o sorteio de um nome para o grupo através de uma dinâmica que possibilitou também um maior entrosamento, para que eles pudessem assim desenvolver uma boa apresentação. Após a aplicação desta dinâmica demos início a vários exercícios de leitura, para que eles pudessem praticar um pouco e de formas variadas e até mesmo perceberem um pouco sobre a questão do ritmo, entonação e impostação de voz, tão necessários na leitura dramática.
Como nosso tempo era curto, expliquei para eles mais uma vez sobre como seria a apresentação, deixando  também a critério e escolha de cada grupo usar ou não algum tipo de acessório que remetesse a história.Chamei também atenção deles para os aspectos mais importantes  da leitura dramática que é conhecer bem a leitura, fazer uma leitura fluente com entonação, boa impostação  de voz e ritmo, fazer usos de gestos, expressão facial, corporal enfim transmitir a história de forma agradável de modo a chamar a atenção do público para os fatos narrados.
 Abaixo coloco ainda com detalhes a dinâmica que utilizei para escolha dos nomes dos grupos.

DINÂMICA: Formas com o corpo
MATERIAL: 
Papéis com a tarefa para criação de uma forma que será o símbolo do grupo. 
Fichas com os nomes dos grupos a serem sorteados: pássaro; coração; sol; estrela; vela.
OBJETIVO: Promover a Integração entre os participantes. Estimular a criatividade, cooperação e o trabalho em equipe.
DESENVOLVIMENTO:
1- Formar grupos de aproximadamente sete pessoas.
2- O Facilitador pede que um componente de cada grupo sorteie uma ficha onde estará escrito qual será o símbolo do seu grupo, e que deverá ser composto por seus integrantes com seus corpos, sem falar. Os demais participantes deverão adivinhar através da apresentação de cada equipe, qual é o símbolo daquele grupo em questão.
3- Será dado um tempo para que cada equipe faça sua apresentação.
4- Plenária – o grupo geral comenta o trabalho, analisando a criatividade dos subgrupos, a cooperação e como se sentiram durante a construção das formas.
 Encerrada estas atividades ficou acertado que os alunos fariam em casa a preparação das apresentações de suas leituras, uma vez que outro quesito também importante para leitura dramática é conhecer bem o texto para que este possa fluir de maneira bem natural. E esta preparação requer tempo e treino.

3 de junho de 2013

Retomando nosso projeto: Do aluno Leitor ao artista que eu sou.



Nas duas últimas semanas passadas retomamos novamente o nosso projeto. Como vimos que no ano passado os alunos adoraram participar das atividades e horas de história na biblioteca, este ano decidimos continuar com o mesmo planejamento, seguindo o mesmo ritmo, mesmos objetivos, sempre enfatizando o lúdico como forma de conquistar nossos leitores. Fizemos, é claro, algumas pequenas adaptações e  ajustes que julgamos necessários, esperamos com isto continuar conquistando cada vez mais o nosso público, por meio deste nosso modesto  projeto de incentivo a leitura e formação de leitores.
Este ano  um dos ajustes que consideramos é trabalhar pelo menos dois autores expressivos, como forma de despertar entre os  alunos um maior interesse pelos autores, suas vidas e obras, uma vez que notamos que nem sempre os mesmos  tem este costume, de buscar conhecer sobre os autores que estão lendo.
Isto também foi considerado devido ao sucesso que foi o Projeto: Encontro marcado com Fernando Sabino junto aos alunos, o qual percebemos, despertou neles um grande interesse pelo  escritor. 
Assim neste primeiro momento do projeto iniciamos já nosso trabalho com um autor expressivo, e escolhemos nada mais nada menos que MONTEIRO LOBATO.
Como no dia do Livro Infantil os professores já haviam falado sobre o assunto e também nas comemorações preparadas pela biblioteca  também falamos mais uma vez sobre a importância deste grande escritor, ficou fácil atrair atenção das crianças mais uma vez para sua história.
 Baseei-me no Livro de Marisa Lajolo: Monteiro Lobato, um brasileiro sob medida, para colher as informações que julguei necessárias e enfim contar a minha história, por mim versada sobre Monteiro Lobato, ressaltando principalmente a infância deste autor, ou melhor, do Juca como ele era chamado.
Falar sobre a infância do escritor aproxima mais o mesmo da realidade dos alunos, mostrando para eles que eles foram ou são pessoas comuns e que passaram pelas mesmas etapas que eles para chegarem a onde chegaram. Fiz ainda a narração de uma fábula dele que adoro: O Reformador do mundo, que fez com que a galerinha desse boas risadas.
Para concluir os alunos fizeram bichinhos e bonecos de legumes, mostrei antes para eles vários modelos que retirei na net e até um feito por mim para que eles se inspirassem, mais cada qual usou a sua criatividade e a produção saiu bastante diversificada. A medida que o trabalho era realizado com cada turma  separadamente de acordo como nosso cronograma os trabalhos eram colocados em exposição para que todos pudessem ver o que atraiu bastante atenção.
A seguir estão algumas fotos das atividades com os alunos e de alguns trabalhos deles.